sábado, 3 de agosto de 2019

Como ganhar dinheiro em casa

Como ganhar dinheiro em casa – Confira algumas ideias para ganhar dinheiro trabalhando em casa Quem nunca se pegou pensando em como ganhar dinheiro em casa? Seja para garantir uma renda extra ou para iniciar seu próprio negócio, esse é uma dúvida presente na cabeça de muitos brasileiros. De negócios simples e tradicionais, como a venda […]

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Como identificar oportunidades de negócios

Como identificar oportunidades de negócios Saber como identificar oportunidades de negócios é o primeiro passo para quem deseja montar um negócio próprio ou então expandir um já existente. O problema é que a maioria dos empreendedores não conseguem enxergar essas oportunidades. O curioso é que boas oportunidades de negócios estão por aí, soltas, passando desapercebidas […]

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Descubra o Projeto Sirius: um dos mais relevantes laboratórios para a ciência no Brasil

A Luz Sincroton é uma espécie de radiação muito brilhante, gerada a partir da aceleração de partículas de elétrons, que pode atravessar diversos tipos de materiais e revelar suas propriedades estruturais e químicas, como uma espécie de microscópio. É para se tornar uma das primeiras fontes de luz sincroton de 4ª geração do mundo que foi criado o Projeto Sirius.

O Projeto Sirius se trata de uma obra complexa de infraestrutura científica, que foi planejada para colocar o Brasil na liderança mundial da produção de luz sincroton, sendo o mais brilhante dentro todos os equipamentos da mesma classe de energia. Ele está implantado no terreno do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que foi a primeira instituição científica no Brasil e uma das poucas do país a ser administrada por uma Organização Social (OS) – entidade privada sem fins lucrativos e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC), que agora possuem uma nova aliada no desenvolvimento da pesquisa no Brasil.

Em 2013, foi feita a aquisição de uma área de 150.000 m² dentro do Polo II de Alta Tecnologia de Campinas, quando também deu-se início à terraplanagem do terreno onde seriam as instalações do laboratório. Em 2014, foi finalmente assinado o contrato com a Racional Engenharia, construtora responsável pela obra, e feito o lançamento da pedra fundamental.

O Brasil já possui um equipamento de luz sincrotron em operação, porém o diferencial do Sirius é que a luz produzida por ele será 1 bilhão de vezes maior do que a obtida no Laboratório Nacional de Luz Sincrotron (LNLS), que fica localizado também em Campinas e opera há mais de 30 anos. O equipamento de grande porte é utilizado para produzir luz de amplo espectro (ultravioleta, infravermelho e raio X), o que permitirá o estudo da matéria em suas mais variadas formas e, consequentemente, o progresso em vários setores como saúde, alimentação, meio ambiente, energia e outras áreas que carecem de novas soluções tecnológicas. Isso que será possível por meio do desenvolvimento de melhores fármacos, materiais mais leves e resistentes, novas fontes de energia renováveis com equipamentos de iluminação cada vez mais eficientes e menos poluentes para o meio ambiente, entre outras melhorias nos mais variados setores.

 

Projeto Sirius: Execução do projeto e concretagem

Com exceção do LINAC – ou “acelerador linear” – que é de fabricação chinesa, todos os componentes utilizados na execução do equipamento foram produzidos nacionalmente. Uma das grandes particularidades do projeto é que ele não pode conter juntas de dilatação nas estruturas, para evitar fugas e erros nas medições das partículas. Por isso, a estrutura do concreto precisa seguir alguns detalhes.

Para executar esse projeto foi preciso desenhar uma edificação circular com sistema reticulado onde foram utilizados produtos diferenciados, como o cimento. As equipes de engenharia, arquitetura e projeto enfrentaram desafios imensos. Primeiro foi concedida uma autorização para toda a equipe de engenharia de estruturas, de arquitetura e de instalações para visitar vários aceleradores de partículas em vários países para conhecer diferentes plantas e entender o funcionamento delas. “Saímos do Brasil em maio de 2013 para passar 15 dias estudando projetos na Alemanha, Noruega, Suécia”, destaca Julio Timerman, sócio diretor na Engeti Consultoria e diretor-presidente no Instituto Brasileiro do Concreto (Ibracon). “Foi um projeto fantástico, uma obra que não existe no Brasil, no qual o grande desafio foi atender os requisitos de desempenho de estruturas como, por exemplo, não ter juntas de dilatação para evitar fissuras”, destaca.

Para fazer a concretagem foi utilizado concreto desenvolvido pelo pessoal de tecnologia de concreto. No anel/piso foi utilizado um concreto convencional com aditivos para controle de deformação e concreto com brita zero, que foi feito em faixas; depois foi utilizado um concreto especial (fluido) para evitar retração e também foi feita a proteção de armaduras galvanizadas para evitar a degradação. O custo total do projeto foi de R$ 1,8 bilhões e o edifício principal conta com 69.000m² de área construída, dividida em quatro níveis em uma edificação circular com sistema articulado, composto por pilares e vigas, projetadas com concreto armado moldado “in loco” devido aos problemas com vibração do terreno.

Na fundação foram utilizadas 1.000 estacas hélice contínuas a cada 2m com espaço para passagem de elétrons. Foi utilizado um volume de concreto especial com 30 MPa no túnel de blindagem, refrigerado e reforçado com macro fibras (22.000 m³) e o cimento tipo CP III 40 RS produzido na fábrica de Santa Helena da Votorantim Cimentos.

Ainda, de acordo com Julio Timerman da Engeti, foram testadas várias opções e em praticamente todas ocorreram fissuras, pois essa é a natureza do concreto. “A melhor solução foi utilizar uma metodologia similar a que é usada na Suécia, ou seja, concretamos esse anel e deixamos cerca de um metro sem concretar para se processarem todas as perdas por retração e por deformação lenta”, explica o engenheiro e diretor-presidente do Ibracon. “Então, nós preenchemos a faixa de um metro com concreto especial para evitar a retração e depois protendemos radialmente à estrutura”, complementa. Foram alocadas 15 pessoas fulltime para o desenvolvimento do projeto no escritório e, hoje, com a obra completamente finalizada (a parte estrutural), a estabilidade/qualidade dela está comprovada.

O novo estabelecimento de um dos mais relevantes laboratórios para a ciência no Brasil comprova a competência da engenharia civil nacional para superar os desafios e desenvolver obras de referência mundial em inovação e tecnologia. “Então todos estão de parabéns, desde os profissionais do CNPEM até os projetistas, engenheiros e todos os profissionais envolvidos no projeto”, destaca Julio.

 

Dados

Proprietário: CNPEM- Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC);

Tamanho: 69.000 m²;

Orçamento: 1,8 bilhão de reais até 2020;

Inauguração: 14 de novembro de 2018.

 

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terça-feira, 30 de julho de 2019

Principais cuidados na fabricação de blocos de concreto

A principal utilização dos blocos de concreto são voltados à construção de casas ou edificações, podendo serem aplicadas na forma de vedação ou na própria estrutura da edificação,. Os blocos têm tamanhos pré-definidos que se enquadram como: bloco inteiro (bloco predominante), meio bloco, blocos de amarração L e T (blocos para encontros de paredes), blocos compensadores e bloco tipo canaleta. 

Os blocos de concreto têm como principais insumos materiais como cimento, agregados e água, sendo que o pedrisco é o agregado responsável pelo acabamento das peças. Quando há a necessidade de um bloco aparente o pedrisco deverá ter em sua composição granulométrica valores de aproximadamente 6,3 de diâmetro máximo característico. Já para blocos que não necessitam de acabamento superficial, pode ser utilizado um pedrisco de diâmetro máximo de 9,5 mm.

De acordo com Raphael Baldusco, pesquisador do Laboratório de Materiais de Construção Civil do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), para fabricar blocos de concreto com qualidade, deve-se tomar alguns cuidados como a caracterização adequada dos agregados a serem utilizados; uso de equipamentos em bom estado para produzir misturas e blocos homogêneos; cura em ambiente com temperatura controlada. As diretrizes e critérios para definição do projeto de estruturas de concreto pré-moldado são desenvolvidas a partir dos elementos que são produzidos industrialmente ou em canteiro que estão estabelecidas no Brasil através da norma ABNT NBR 9062:2017, onde suas principais indicações de aplicação são para construção de residências, edifícios ou indústrias, galpões, muros, etc e são três as categorias de blocos para alvenaria. Confira:

 

Classe A, Blocos com função estrutural, acima de 8,0 MPa

Classe B, Blocos com função estrutural entre 4,0 e 8,0 MPa

Classe C, blocos com e sem função estrutural, de 3,0 a 4,0 MPa.

 

Para produzir blocos de concreto, os principais materiais são cimento, agregados naturais, como areia natural ou industrializada, pó de pedra e pedrisco. O pó de pedra também tem suas particularidades quando aplicado na produção dos blocos de concreto, pois com ele a mistura apresentará mais coesão, devido aos finos, e mais volume na argamassa, devido aos grãos médios. “Quando o pó de pedra apresentar quantidade balanceada de finos, ele terá uma combinação ideal com o pedrisco e a areia grossa, formando uma curva granulométrica ideal para os blocos”, destaca Raphael. Com relação ao cimento, pode ser utilizado qualquer tipo de cimento (CP II, CP III, CP IV e CP V-ARI), pois o que influenciará é o ambiente de aplicação do mesmo. Por exemplo, cimentos CP III e CP IV são mais indicados para aplicações em ambientes agressivos, enquanto que o CP V-ARI é bastante utilizado devido ao alcance de maiores resistências nos primeiros dias de idade. 

A utilização dos agregados tanto naturais quanto artificiais devem ser limpas, isentas de impurezas, como por exemplo, material pulverulento, torrões de argila, matéria orgânica (folhas, gravetos e resíduos vegetais), e deve possuir uma boa distribuição granulométrica, de modo que os grãos menores ocupem os vazios dos grãos maiores. Para o professor Idário Fernandes, engenheiro civil e técnico em edificações, os principais materiais para a produção de blocos de concreto de qualidade são o pó de pedra, a areia natural ou industrializada e o pedrisco de diâmetro máximo de 9,5 m e a proporção aproximada é de 50% de pó de pedra, 20% de areia e 30% de pedrisco “Estas proporções dependem dos recursos (máquinas e instalações) e dos materiais disponíveis na região” aponta o engenheiro, que também é especialista em blocos de concreto da Doutor Bloco. Entre os principais cuidados na fabricação de blocos de concreto, podemos citar:

 

  1. a) Empregar a mistura na umidade ótima de processamento, ou seja, aquela que produz a maior densidade da peça com boa produtividade do equipamento.
  2. b) Compactar a mistura até a densidade indicada para a categoria desejada, quais sejam: de 2000 a 2100 kg/m³ para blocos de vedação, de 2100 a 2200 kg/m³ para blocos estrutural de até 10 MPa e de 2200 a 2300 para blocos entre 10 e 20 MPa.
  3. c) Empregar bons aditivos redutores de água para controle da relação água/cimento;
  4. d) Curar devidamente o produto protegendo-o contra perda de umidade e de calor nas primeiras idades;

 

Outros tipos de agregados que podem ser utilizados são os agregados leves, como a argila expandida e a vermiculita para a produção de blocos de concreto leve, porém apenas para vedação, já que o uso desses materiais resultará em baixas resistência do bloco. 

 

Contribuíram para esta matéria: Raphael Baldusco, pesquisador do Laboratório de Materiais de Construção Civil do IPT e Idário Fernandes, engenheiro civil e técnico em edificações da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

 

Normas de especificação: 

NBR  6136 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – especificações

NBR12118 –  Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – métodos de ensaio

NBR 9062  – Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado 

 

Quer entender a diferença entre pré-moldados e pré-fabricados de concreto? Confira:

https://www.mapadaobra.com.br/inovacao/pre-moldados-e-pre-fabricados/

 

 

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Como ganhar dinheiro vendendo comida

Veja como ganhar dinheiro vendendo comida Sabemos que basta falar em como ganhar dinheiro vendendo comida e muita gente que deseja abrir seu próprio negócio logo se anima. Praticamente todo mundo sabe que este é um dos se segmentos mais lucrativos que alguém pode encontrar. Foi exatamente por isso, e atendendo a diversos pedidos de nossos […]

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domingo, 28 de julho de 2019

Gestão de loja: como realizar uma análise de mercado

Para conquistar bons resultados nas vendas de materiais de construção é necessário, antes de tudo, verificar todos os aspectos que envolvem aquele ramo de atuação e a análise de mercado ajuda o lojista a se organizar e fazer vendas mais assertivas dentro do seu nicho de negócios. O básico em uma análise de mercado é identificar, considerando aquele perfil de clientes, quem é o concorrente porque isso, de acordo com as fontes consultadas, varia muito de loja para loja. Logo, o lojista tem que ir atrás de investidores daqueles segmentos, e também fazer pesquisas tanto na própria loja com aplicação de questionários quanto pela internet e redes sociais.

“O primeiro ponto e mais importante é o lojista entender quem é o cliente dele e tentar focar o máximo possível em um nicho específico para, depois de ter o perfil já identificado, todo o resto, o mix de produto, layout de loja, concorrência e até a localização da loja, estar atrelado ao perfil de cliente que ele quer atingir”, destaca Ricardo Adachi, diretor do Sincomavi.  O próximo passo é analisar o mix de produtos, não só o que atende o cliente, mas o que realmente dá margem de lucro também.

O ideal é encontrar o ponto de equilíbrio para manter o negócio saudável. “Porque se o lojista já foi na concorrência, ele pode não bater de frente com esse concorrente caso ele seja um pouco mais forte, mas tentar vender produtos que são complementares ao que o concorrente vende para que, a partir daí, ele possa começar a se fortalecer”, aponta. Entre as principais dicas do diretor do Sincomavi e da Conibase, é preciso olhar sempre para os dois lados da questão. Primeiramente, ele precisa realizar uma análise porque existem dois caminhos que se cruzam.

“Primeiro, ele precisa analisar quem são os clientes que frequentam a loja dele e se eles são os que dão realmente rentabilidade para a loja, então, é preciso fazer um levantamento de informações para saber de onde veio o cliente e analisar qual é o tíquete médio e qual o ápice de consumo deles”, orienta. Além disso, também é preciso observar se os consumidores da loja são clientes pontuais que compram entre quatro ou cinco anos, só quando ele faz uma reforma (cliente final) ou se é um cliente de um nível mais profissional, que todo mês está comprando. De acordo com o material desenvolvido pelo Sebrae, um dos pontos mais importantes nesse processo é o desenvolvimento de um plano de marketing com os objetivos bem definidos e detalhados:

 

Público-alvo

É importante definir quem o lojista quer atingir para delimitar ao máximo possível o seu público.

 

Posicionamento

Esse item ajuda a definir a visão do produto pelos clientes e de que forma ele será lembrado, seja pela qualidade ou pelo preço, entre outros fatores.

 

Metas

Nesta etapa, o empreendedor deve determinar o que espera vender e como será feita a comercialização, considerando como pontos de referência os 4 Ps: Produto, Preço, Ponto de venda e Promoção.

 

Com a chegada da tecnologia, é fundamental avaliar outros segmentos onde foram quebrados muitos paradigmas e muitos modelos de negócios alterados. “O seu concorrente pode estar no ambiente online em um e-commerce ou nas redes sociais, ou até mesmo, pode oferecer diferenciais que estão surgindo com as novas tecnologias, como entregas por drones”, destaca. Por esse motivo, a pesquisa de mercado precisa ser mais abrangente e deve também atentar-se ao que está rolando no mercado e quem está mudando o modelo de construção no Brasil.

 

Confira algumas dicas para organizar os negócios de maneira assertiva: https://www.mapadaobra.com.br/gestao/organizar-loja/

 

 

Jornalistas da matéria:
  • Carla Rocha

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Como abrir um pet shop – Confira as dicas

Como montar um Pet Shop – Confira as dicas aqui! Para aqueles que estão em busca de saber como abrir um pet shop, nossa equipe realizou uma pesquisa e traz neste artigo um roteiro completo para lhe ajudar neste desafio, em um mercado em franca expansão no Brasil, apesar da crise. Se você adora animais, […]

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