quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Desplacamento de revestimento: como resolver esse problema

Por Nathalia Lopes

 

Muito tradicional no Brasil, o assentamento de placas cerâmicas e de pastilhas com argamassa costuma ser uma solução de revestimento bastante resistente e durável. Mas, uma anomalia pode surgir quando boas práticas de execução não são obedecidas, o desplacamento.

Quando as peças se soltam em paredes internas e pisos, os incômodos são visíveis, uma vez que o revestimento deixa de cumprir todas as suas funções de proteção, estanqueidade e estética.

Em fachadas, no entanto, o problema é ainda mais grave, afinal, a queda de placas pode gerar acidentes e machucar quem passa por perto.

 

O que causa o desplacamento?

Os motivos que levam uma placa se desprender da superfície à qual foi colada são vários e podem ocorrer de forma isolada ou conjuntamente. “A falta de um projeto executivo, sobretudo em fachadas, a carência de mão de obra qualificada, bem como o uso de materiais inadequados são grandes vilões”, afirma a engenheira Cristiana Furlan Caporrino, diretora da Furlan Engenharia, perita judicial e professora em cursos de graduação, pós-graduação e de extensão em engenharia.

Um fator de grande impacto na causa desta manifestação, por exemplo, é a má qualidade dos materiais utilizados e a procedimentos construtivos inadequados, como a falta da dupla colagem.

 

Como se antecipar ao problema?

A detecção precoce de falhas na colagem dos revestimentos cerâmicos nem sempre é tarefa fácil. Na maior parte das vezes, o problema é notado quando já atingiu um nível crítico e há deformações visíveis.

Um indicador de falhas de aderência é o som oco quando o revestimento é solicitado à percussão. Em fachadas, contudo, em função das alturas elevadas, esse tipo de teste é bastante difícil de ser realizado. “Por isso, o ideal é que sejam feitas manutenções preventivas por profissionais qualificados e habilitados para que se possa detectar a anomalia em uma idade inicial de ocorrência”, recomenda Furlan.

Uma vez detectada a iminência de um desplacamento, devem ser tomadas providências emergenciais. A primeira delas é o isolamento da área de risco. Em seguida, deve-se contratar empresa especializada para solucionar o problema com segurança e de forma definitiva.

 

Como evitar anomalias?

O desplacamento de revestimentos pode ser evitado com a combinação de projetos executivos de qualidade e profissionais experientes para a execução.

Em fachadas, o projeto deve conter todas as especificações, como espessura das camadas de revestimento, juntas de dilatação e de controle, além de detalhes executivos. “A aquisição de materiais adequados, de acordo com o especificado em projeto, também é de suma importância”, destaca Cristiana Furlan, lamentando que, muitas vezes, recorre-se a materiais de baixa qualidade em função do custo.

 

A Votorantim Cimentos tem as argamassas perfeitas para qualquer tipo de obra. Confira a linha de produtos:

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Construção de casas: : que materiais oferecer em cada etapa de obra

Fundação, estrutura, instalações elétricas, instalações hidráulicas, revestimento e pintura. Essas são algumas das etapas de uma obra comum de construção de casas, por exemplo. Em construções de pequeno e médio porte, geralmente, as compras dos materiais que deverão servir de insumo para essas obras são feitas diretamente nas lojas de materiais de construção. Portanto, entender que tipo de produto é o ideal a depender da etapa de obra que será executada é uma das premissas para que o lojista seja a preferência daquele cliente.

Além de considerar as diversas etapas de obra, é preciso entender também os sistemas construtivos e metodologias que serão aplicados nela. Por exemplo, as fundações de casas térreas ou sobrados, geralmente, são chamadas de rasas ou diretas. Isso significa que, diferentemente das construções verticais de prédios, elas não necessitam de máquinas como perfuratrizes nem de estacas. Para realizar essas fundações rasas, que podem ser sapatas, tubulão ou radier, é necessário apenas ter os materiais corretos e as técnicas mais assertivas.

Construção de casas: quais materiais oferecer em cada etapa?

Fundações (rasas): cimento; areia; brita (no caso de fundações em radier); aço (no caso de fundações com concreto armado); caranguejos metálicos (no caso de fundações em concreto armado); aditivos para o concreto; e impermeabilizantes;

Estruturas:

  1. Concreto armado: concreto, aço, formas, escoramentos, blocos de vedação e argamassa de assentamento.
  2. Alvenaria estrutural: blocos estruturais, graute de preenchimento, argamassa de assentamento, concreto para lajes, aço para lajes e paredes, formas e escoramentos para lajes.

Instalações elétricas: Dispositivo Diferencial Residual (DR); conexões dos eletrodos; quadros de distribuição; eletrodos e calhas para proteger os condutores; condutores com dupla isolação nas extensões; plugs; tomadas blindadas e iluminação provisória com proteção contra impacto nas áreas de corte e dobra de ferragem; carpintaria; detectores de tensão do tipo chave de fenda; fitas isolantes e ferramentas isoladas nas tarefas realizadas em adjacência de peças sob tensão até 1000V em corrente alternada (valor efetivo) ou 1500V em corrente contínua; barreiras, invólucros, tapetes, luvas isolantes, banquetas isoladas, bastão de resgate e detectores devem ser adquiridos de acordo com a tensão dos circuitos de trabalho e zonas de aproximação conforme NR-10; extintores de incêndio; Equipamentos de Proteção Individual (EPI) tais, como: capacete, bota (sem biqueira de aço), luvas isolantes com luva de vaqueta e óculos de segurança.

Instalações hidráulicas (tubulações): PVC soldável e PEX para água fria; PPR, CPVC e PEX para água quente; PVC rígido, série normal ou reforçada para esgotos; PVC para captação de águas pluviais.

Revestimentos: argamassa (específica de acordo com o produto); desempenadeira dentada; espaçadores; martelo de borracha; esponja; rejunte (específico de acordo com o produto); espátula (para aplicação do rejunte, um dia após a colocação dos pisos).

Pintura: lixa n° 150; fita-crepe; rolo de pintura; lona plástica; tinta; caçamba para tinta; gesso; massa corrida.

 

Quer saber onde encontrar materiais de alta qualidade para vender na sua loja? Conheça as facilidades da Loja Virtual:

https://www.juntossomosmais.com.br/

 

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domingo, 23 de fevereiro de 2020

Diferenças entre desempenadeiras: descubra a melhor para cada serviço

Por Jacqueline Gastão

 

As desempenadeiras são ferramentas que têm muita importância na hora de fazer aplicação, nivelamento e uniformização de diferentes tipos de revestimentos, além de também contribuir para acabamentos de maior qualidade, como por exemplo, em rebocos.

Mas não se engane, apesar da variedade ser grande, é importante identificar qual é a desempenadeira ideal para cada tipo de serviço que será realizado. Essa escolha faz toda a diferença, pois enquanto uma desempenadeira dentada, por exemplo, é indicada para revestimentos, uma desempenadeira de borda redonda pode ser recomendada para a queima de pisos cimentados. 

 

A desempenadeira ideal para cada tipo de serviço

Segundo Eliton Sorriso, do canal Faça Sua Obra, a escolha da desempenadeira é uma etapa que, muitas vezes, não recebe a atenção devida, o que é grande um erro, já que a desempenadeira correta garante resultados mais perfeitos, tanto para os revestimentos quanto para os acabamentos da obra. “A minha dica principal é que o profissional sempre escolha a desempenadeira ideal para cada tipo de trabalho. Pode parecer complicado, mas é bem mais fácil do que parece identificar o modelo certo. Também é importante escolher as ferramentas de melhor qualidade. Aqui, estamos falando de custo-benefício: pagar um pouco mais por ferramentas melhores ajuda o profissional a ter um rendimento muito melhor no trabalho. Ele ganha em produtividade e a obra ganha em qualidade final”, destaca.

 

Diferenças entre as desempenadeiras mais comuns: entendendo cada tipo

 

Desempenadeira reta

É uma das desempenadeiras mais encontradas em obras e reformas. Esse é um modelo que pode ser utilizado no início do serviço, na hora de aplicar a argamassa, na fase conhecida como intermediária – quando se trabalha no emboço – responsável por nivelar e ajudar na impermeabilização. Também é com esse tipo que se faz o reboco e o acabamento de pisos de concreto.  

 

Desempenadeira dentada

“Esse tipo de desempenadeira é usado, principalmente, na hora de assentar pisos e revestimentos”, explica Eliton. O nome pode até parecer diferente, mas realmente são os dentes que diferenciam esse tipo de desempenadeira de outros modelos. É a largura desses dentes que determinarão o quanto de argamassa colante será necessária para o assentamento de cerâmicas, porcelanatos ou até de outros tipos de revestimentos, como pedras naturais. 

Para descobrir qual é a largura ideal da ferramenta, você precisa levar em consideração o tamanho da placa que será assentada. Isso é essencial, pois segundo Eliton, utilizar uma largura errada pode prejudicar o resultado final, além de atrapalhar a continuidade do serviço do profissional que está trabalhando no assentamento. 

Para assentar os revestimentos internos e externos o indicado é usar desempenadeiras com 6 mm de largura para placas com até 400 cm², ferramentas de 8 mm de larguras, para placas que têm de 400 a 900 cm², enquanto as desempenadeiras com dentes maiores, como 10 mm são recomendadas para peças com área superiores a 900 cm² (40x40cm)

Ainda na categoria de desempenadeiras dentadas, podemos contar com ferramentas com outros formatos e quantidades de dentes. A dentada, por exemplo, conta com beiradas denteadas tanto na largura quanto no comprimento. Tem a desempenadeira dentada semi-circular, com raio de 10 mm, e que forma um U entre os dentes. Ambas são opções bastante utilizadas no assentamento de revestimentos

 

Mais tipos de desempenadeiras: a escolha certa para cada finalidade

Borda redonda:

indicada para aplicar, nivelar e revestir superfícies com argamassa e também cimentadas, além de ser a melhor para realizar a queima de piso cimentado. Uma das principais características aqui, é que o formato evita marcas durante o trabalho, aumentando assim o rendimento;

Plástica lisa:

segundo Eliton, esse tipo quase sempre estará na mão do profissional que faz a preparação para a pintura, pois costuma ser usado na hora de passar a massa fina. Com o modelo, também é possível nivelar argamassas. Eliton ainda explica que existe o modelo conhecido como plástica super lisa, que tem a mesma função, mas oferece uma qualidade superior aos acabamentos. 

Madeira lisa:

esse tipo é usado, comumente, para facilitar o acabamento de argamassas de revestimento ou de contrapiso.

Metálica lisa:

usada tanto para aplicação e acabamento, também de argamassas de revestimento ou contrapiso, com o diferencial do acabamento ser queimado. 

PVC: esse tipo de desempenadeira, que entra na categoria das de plástico, serve para diversas finalidades, desde aplicação de argamassa, massa fina, rejunte, nivelamento de pisos e assentamento de tijolos, mas segundo Eliton, os profissionais costumam usar esse tipo de material na hora de desempenar rebocos. 

Ainda existem outros tipos de desempandeiras plásticas, específicas para dar efeitos diferenciados e também facilitar o acabamento em extremidades pequenas. E até mesmo desempenadeiras elétricas, usadas em projetos que precisam de uma produtividade maior.

 

Gostou de saber um pouco mais sobre desempenadeiras? Então, aproveite que você está aqui, e confira como a dupla colagem evita o desplacamento de revestimentos: https://www.mapadaobra.com.br/capacitacao/dupla-colagem/?doing_wp_cron=1576872816.0785629749298095703125

 

 

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sábado, 22 de fevereiro de 2020

Quanto cobrar pelo trabalho freelancer

Quanto cobrar pelo trabalho freelancer Uma pergunta sempre em destaque: Quanto cobrar pelo trabalho freelancer. Qual seria a metodologia para realizar este cálculo e o que levar em consideração. Este é sem dúvida um dos assuntos mais polêmicos na vida de um freelancer, a questão da precificação do trabalho freelancer. O fato é que não […]

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Reforma de verão: impermeabilização de laje

O começo do ano, geralmente, é época de dedicar um tempo, no período de férias, para fazer uma reforma de verão, dando cara nova para aquela parte da casa que estava precisando de cuidados durante todo o ano. Algumas funções como impermeabilizar e pintar podem ser feitas de forma prática, com rapidez e economia. Listamos abaixo os cuidados, materiais e passo a passo para realizar uma reforma com sucesso!

 

Reforma de fim de ano: impermeabilizando lajes

 

De acordo com João Carlos Gabriel, coordenador do curso de Engenharia Civil da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas, a impermeabilização de laje deve ser realizada sempre que esse elemento estiver exposto às intempéries, em especial à umidade, ou também, se estiver sempre na sombra – o que propicia condensação de umidade.

O primeiro passo na hora de decidir impermeabilizar as lajes é listar as atividades que envolvem esse cronograma, calcular a quantidade de material e verificar a meteorologia, pois o tempo úmido da época de chuvas intensas não combina com impermeabilização de lajes expostas.

 

Depois é necessário verificar se a laje não possui fissuras, trincas, rachaduras ou depressões onde a água pode acumular. Caso você identifique algum desses casos é necessário realizar esses reparos antes de impermeabilizar.

 

Confira abaixo o passo a passo para impermeabilizar lajes expostas com manta asfáltica

 

  1. Antes de começar a impermeabilizar a laje, é necessário que ela esteja limpa, sem poeiras, sujeiras, fungos e pó, pois esses elementos dificultam a aderência da manta. Portanto, o primeiro passo é realizar uma limpeza na superfície;

 

  1. Após realizar a limpeza, deve-se aplicar uma demão de impermeabilizante do tipo primer, conforme orientado pelo fornecedor. Esse produto serve para auxiliar na aderência e deve ser aplicado com uma vassoura de pelo. O profissional precisa esperar secar por aproximadamente 4 horas;

 

  1. Aplique a manta como orientado pelo fabricante. É importante ter cuidado com as dobras da manta e certificar-se das sobreposições recomendadas pelo fornecedor. Cuidado também nos pontos de drenagem;

 

  1. Após esse ponto, é preciso desenrolá-la e aquecer o seu plástico com um maçarico para melhorar a aderência;

 

  1. Com relação à impermeabilização dos ralos, é preciso cortar um pedaço da manta com tamanho de 30 x 30 cm e colocar em seus vãos, em forma de “x”, e virar suas pontas para dentro;

 

  1. Depois de aplicar a manta em toda a área, é preciso fazer um novo corte nela em forma de “x” e dobrar as suas pontas no sentido interior do ralo. No caso de paredes, é preciso aplicar a manta com, no máximo, 40 cm de distância do chão;

 

  1. Posteriormente, deve-se realizar uma sobreposição de 10 cm de uma manta sobre a outra;

 

  1. Também é preciso realizar o teste de estanqueidade. Nele, deve-se tampar os ralos e deixar uma camada de água com cerca de 5 cm por toda a área impermeabilizada por 72 horas;

 

  1. Com relação ao teste, é preciso verificar se houve algum vazamento e, em caso positivo, refazer toda a aplicação;

 

  1. Para finalizar, é necessário realizar uma proteção mecânica no piso já impermeabilizado com cerca de 2 cm de argamassa – que deve ser espalhada com ajuda de uma régua. Já nas extremidades das paredes, é necessário, com desempenadeira dentada, aplicar chapisco colante.

 

É importante lembrar que sempre deve-se utilizar EPI’s nessas situações. O professor recomenda o uso de óculos de segurança, luvas, botas, capacetes e máscaras.

 

Quer mais dicas para impermeabilizar solos de forma correta? O Mapa da Obra tem matéria exclusiva pra você: https://www.mapadaobra.com.br/capacitacao/impermeabilizacao-solo/

 

 

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

4 diferenças entre concreto usinado e concreto virado em obra

O concreto usinado também denominado concreto dosado em central, sua qualidade tende a ser melhor e mais previsível do que a do concreto dosado e misturado de modo artesanal no canteiro. Grandes construtoras recorrem ao concreto usinado por perceberem as vantagens financeiras e técnicas associadas a esse material. Mas em obras de pequeno porte, a opção pelo concreto virado em obra ainda prevalece.

“Isso é cultural, mas vale lembrar que o concreto usinado apresenta vantagens na relação custo x benefício, ainda que não se tenha um ganho financeiro direto”, comenta Renata Soares da Silva, supervisora de qualidade do concreto da Votorantim Cimentos. Ela lembra que nos dias atuais, as principais concreteiras oferecem soluções não só para grandes obras, como também para projetos de baixa escala. Destaca-se que no concreto industrializado há uma garantia de atendimento da resistência desejada.

Confira a seguir quatro diferenças entre o concreto usinado e o concreto virado em obra, importantes também para obras de pequeno porte.

Homogeneidade – Este é um dos grandes fatores de diferenciação entre o concreto usinado e o feito na obra. No caso do concreto dosado em central, a maior homogeneidade se deve, em primeiro lugar, ao maior rigor da indústria na hora de selecionar e medir os insumos utilizados na produção. A energia de mistura em um caminhão betoneira confere ao concreto uma melhor homogeneidade em comparação ao uma betoneira de obra. “Além disso, no concreto virado em obra, a aplicação é fracionada e é preciso produzir várias amassadas. Já no concreto usinado, a aplicação ocorre toda de uma vez, permitindo uma concretagem mais rápida e homogênea “, compara Renata Soares.

Traço do concreto – Enquanto que no concreto usinado os insumos são pesados eletronicamente em silos, no virado em obra os componentes são medidos em baldes, de modo mais empírico. Isso faz com que o traço obtido pelas concreteiras tenha mais precisão para atender às especificações do projeto estrutural. Um ponto especialmente crítico é o controle do volume de água. Quando esta adição não é controlada de forma sistematizada, corre-se o risco de se obter um concreto com resistência inferior à esperada, colocando em risco a qualidade e a durabilidade da estrutura.

Custos – A comparação de custos entre as duas soluções deve ser feita de forma ampla e racional. No caso do concreto dosado em central, todo o desenvolvimento tecnológico no campo dos aditivos permitiu a produção de concretos com resistências superiores aos do concreto virado em obra com um custo direto significativamente menor.

Há de se considerar, ainda, que o concreto feito no canteiro demanda mais tempo e mais mão-de-obra para a execução das peças, o que também impacta a produtividade e os custos globais.

Espaço no canteiro – As obras que utilizam concreto usinado podem dispensar espaço para armazenar insumos como areia e brita. “Em canteiros urbanos, onde a restrição de espaço é um problema a ser administrado, isso acaba se mostrando uma vantagem importante”, conclui Renata Soares.

 

Você sabe a importância da durabilidade das estruturas de concreto? Entenda neste Papo Construtivo:

https://www.mapadaobra.com.br/papoconstrutivo/estruturas-de-concreto/

 

 

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domingo, 16 de fevereiro de 2020

Como fazer uma parede de cimento queimado

 Por Carla Rocha

 

O cimento queimado está ganhando cada vez mais destaque na  decoração de ambientes de diversos projetos de construção civil devido a sua simplicidade, durabilidade, elegância e resistência. Muito utilizado em pisos, também é possível utilizar o cimento queimado no acabamento de paredes internas, o que dá um ar industrial ao ambiente.

De acordo com o arquiteto Pietro Terlizzi do escritório de arquitetura que leva seu nome,  Pietro Terlizzi Arquitetura e Design, para fazer uma parede com acabamento de cimento queimado feito in loco é necessária uma mistura de cimento, areia, água e aditivos para melhorar a aderência e evitar possíveis rachaduras. “E se for interessante para o projeto, é possível acrescentar pigmentos em pó da cor de sua preferência”, destaca.

Para preparar a mistura do cimento queimado é necessário apenas um recipiente e para a aplicação será preciso um pincel ou rolo, esponja ou desempenadeira, e espátula. “Durante a aplicação deve-se ter cuidado para não aplicar a argamassa em excesso num mesmo local e, com ajuda da desempenadeira, criar uma camada homogênea, além de certificar-se da secagem completa da demão para seguir para as próximas etapas”, orienta Terlizzi.

 

Confira o passo a passo para aplicar o cimento queimado em paredes:

Atualmente, o cimento queimado é disponibilizado em várias versões como, por exemplo, o revestimento acrílico, tecido adesivo ou papel de parede e também o cimento queimado pronto para aplicar, mas o processo de execução também pode ser feito da maneira tradicional que, ao contrário do que muitos pensam, é muito simples e não é feito com a queima do cimento e, sim, com aplicação do pó cimentício sobre a argamassa ainda fresca. Veja o passo a passo:

 

  • O primeiro passo é certificar-se que a área está limpa e livre de umidade. Depois, deve-se preparar a argamassa misturando a areia e o cimento, e adicionando água aos poucos, sempre misturando, até atingir uma consistência cremosa e homogênea;
  • Para aplicar a massa, é necessário fazer movimentos circulares com a esponja ou desempenadeira por toda a superfície desejada;
  • Após quatro horas da primeira demão confira se a área está totalmente seca e aplique a segunda camada, com os mesmos movimentos da primeira demão;
  • Ao finalizar a aplicação da argamassa, para obter um resultado fiel e elegante, – típico do cimento queimado – será necessário “queimar” o cimento.
  • Com a argamassa ainda úmida, polvilhe o pó de cimento sobre ela e após a absorção do cimento pela argamassa, alise a parede com a ajuda da desempenadeira.
  • Após a secagem completa, o resultado será de cimento queimado fosco. “Mas se preferir, é possível aplicar um verniz com rolo ou lixar a área para obter um resultado com efeito brilhante”, orienta o arquiteto. Por fim, para finalização, retire o pó com um pano úmido e aplique uma camada de resina e realize o seu polimento com flanela ou máquina de polir motriz.

 

Dica: se optar por fazer uma textura colorida, poderá substituir o cimento pelo pigmento em pó.

 

Com relação a manutenção, Terlizzi indica que a manutenção e limpeza das paredes de cimento queimado deve ser realizada a cada 30 dias utilizando um pano seco sobre toda a extensão da parede. “A parede nunca deve permanecer molhada e não se deve aplicar qualquer tipo de produto. Além disso, a cada três anos é recomendado reaplicar a camada de resina”, destaca. Já para pequenos reparos o mais indicado é que sejam feitos utilizando lixa: “Mas se o reparo for grande, o ideal é refazer a parede, que não aceita reparos sem deixar marcas”, finaliza.

 

Conteúdo produzido com a colaboração de Pietro Terlizzi da Pietro Terlizzi Arquitetura e Design

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

PIB da Construção cresce e demonstra sinais de recuperação do setor

Acabando com um período de 5 anos de queda, a atividade econômica da construção civil vai fechar em alta. A perspectiva apontada durante coletiva de imprensa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em dezembro de 2019, é de que o PIB da Construção feche em 2% esse ano e, para 2020, de acordo com o mesmo levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a expectativa é de que o crescimento seja de 3%.

A alta, mesmo pequena, já é um indicador bastante positivo, tendo em vista que de 2014 a 2018 os resultados acumulados foram todos negativos, ocorrendo uma queda de 30% neste período. 

 

Dados do período

O comparativo do 3º trimestre contra o trimestre anterior, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou esses dados: a agropecuária com crescimento de 1,3%; a construção com 1,3%; a indústria com 0,8%; serviços com 0,4%; 0,8% do aumento do consumo das famílias; o consumo do Governo apresentou queda de 0,4%; já a formação bruta de capital fixo foi de 2%; a importação apresentou aumento de 2,9%; e o pior desempenho foi do setor de exportação, com queda de 2,8%.

Já a taxa acumulada do ano, nos mesmos setores, foi de: 1,4% da agropecuária; 1,7% da construção; 0,1% da indústria; 1,1% dos serviços; 1,8% do consumo das famílias; -0,7% do consumo do Governo; 3,1 de formação bruta de capital fixo; -2,0% de exportação; e 1,6% de importação. O PIB total acumulado, de acordo com esses dados, foi de 1%.

 

Balanço setorial: destaques

De acordo com a apresentação conduzida pela coordenadora de projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo, esses dados demonstram que há uma recuperação do setor da construção, impulsionada, principalmente, pelo bom desempenho do setor da autoconstrução (varejo de materiais de construção, que conta com pequenas obras e reformas).

No caso das vendas do comércio varejista, segundo dados do IBGE, o volume cresceu em 5,7% em relação a setembro de 2018 (no acumulado de 12 meses). No ano, a variação é de 3,9%. Já a produção física destes materiais cresceu um pouco menos, 2,1% em relação ao mesmo período. Outro dado relevante sobre este consumo é com relação ao público final da autoconstrução. De acordo com levantamento da FGV/Abramat, as famílias respondem por 52% da demanda final de materiais de construção.

A cidade de São Paulo apresentou dados bem diferentes do Brasil sobre as vendas de imóveis residenciais. Considerando a taxa acumulado no ano até setembro, de acordo com dados do Secovi-SP, o crescimento dos imóveis econômicos foi de 111%, enquanto de outros mercados foi de 44%. A taxa acumulada geral, no entanto, foi de 68,8%.

Olhando para dados do Brasil, levantados pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, as vendas não apresentaram crescimento, mas sim, queda de 2,4% na taxa acumulada até agosto. Já em termos de lançamentos, o crescimento foi de 9,9% no mesmo período, considerando todos os tipos de imóveis.

 

Fatores que limitam à melhoria dos negócios

Um levantamento importante feito pela FGV e demonstrado na apresentação apontou quais eram os fatores que limitavam à melhoria dos negócios, de acordo com o público da construção civil, e realizando um comparativo entre novembro de 2019 e novembro de 2010.


Em novembro de 2019 a demanda insuficiente foi o tópico mais apontado pelos entrevistados com limitante, chegando a somar mais de 45 pontos. Em 2010, esse indicador não somava nem 10 pontos para o público, sendo que, o fator mais apontado naquele ano era a escassez de mão de obra qualificada, que chegava a passar dos 40 pontos no levantamento. 

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Como contratar vendedores para trabalho temporário nas lojas de materiais

Em lojas de materiais de construção, bons vendedores são aqueles que atuam como consultores e são capazes de estabelecer uma relação de confiança com seus clientes. Estamos falando de profissionais que precisam atender a consumidores cada vez mais exigentes e de perfil bastante heterogêneo, desde mestres de obra, arquitetos e empreiteiros, até consumidores finais, que não conhecem o produto que necessitam, muito menos suas finalidades, aplicações e alternativas.

“O conhecimento e a segurança do vendedor são fundamentais neste tipo de comércio. Por isso é tão importante que os profissionais estejam sempre antenados e atualizados”, comenta Andréa Nista Richter, gerente de treinamento do Sincomavi – sindicato que representa as empresas varejistas de material de construção em São Paulo.

As vendas de materiais de construção são repletas de especificidades. Primeiro porque neste segmento praticamente não há compra por impulso. Além disso, as vendas são técnicas. “O cliente chega à loja quando tem que resolver algum problema. Se o vendedor não estiver preparado para entender sua necessidade, a loja simplesmente perde a venda”, diz Richter.

 

Como contratar vendedores: a seleção

Em um contexto no qual há pouca diferença entre os portfólios de produtos das lojas, o profissional de vendas torna-se ainda mais estratégico. Antes de contratar esse profissional, o lojista deve ter em mente algumas habilidades imprescindíveis, como:

  • Conhecimento técnico dos produtos;
  • Habilidade de negociação;
  • Capacidade de encantamento e fidelização do cliente;
  • Ter foco, garra e disposição para o trabalho cansativo;
  • Gostar de auxiliar o cliente;
  • Paciência e capacidade de escuta do cliente.

 

Por conta de todas essas habilidades exigidas, o vendedor que atua no varejo de materiais de construção demora para ser formado e precisa estar em constante aprendizado. O treinamento pode ser dividido em dois grupos. O primeiro, voltado a novos vendedores, oferece um conteúdo mais essencial sobre produtos, técnicas de vendas, rotinas da loja e condições de comercialização. Já para os vendedores experientes, o treinamento deve focar a reciclagem, abordando técnicas de comercialização, motivação e conhecimento sobre novos produtos, por exemplo.

“Uma dica para acelerar a aprendizagem de novos vendedores é separar um tempo para realizar a integração, apresentando a empresa, o perfil dos clientes, mix de produtos, políticas de preços e entregas. Outra recomendação é permitir que os novos vendedores tenham uma espécie de mentor, um profissional mais experiente que possa acompanhá-los, dar as orientações necessárias no dia a dia e corrigir possíveis falhas”, destaca Richter.

Além de investir no treinamento de sua força de vendas, o comerciante de materiais de construção precisa adotar outras boas práticas. Entre elas, é possível destacar o gerenciamento consistente, de modo a oferecer um mix adequado de produtos, considerando à região e à clientela.

Também é importante que os comerciantes definam e desenvolvam muito bem seus processos internos para que cada parte da engrenagem contribua para o sucesso do negócio. “No caso de lojas pequenas e médias, deve-se formar equipes multitarefa, que tenham conhecimento generalizado e saibam vender de tudo um pouco. Já nos home centers, vale apostar em equipes com conhecimentos específicos e setorizados, por exemplo, em setores de tintas, elétrica, hidráulica, etc.”, finaliza Richter.

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http://conteudo.mapadaobra.com.br/A-nilson-controle-de-estoque-2-0-curva-abc

 

 

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domingo, 9 de fevereiro de 2020

Lei de acessibilidade na construção: o que as normas determinam

A necessidade de tornar os edifícios acessíveis e de eliminar barreiras à inserção de pessoas com dificuldades de locomoção na sociedade não é uma novidade. Para induzir esse movimento, já há, inclusive, uma série de normas e leis de acessibilidade a serem atendidas no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários. É o caso da ABNT NBR 9050:2015 – Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos e da Lei Brasileira da Inclusão (Lei nº 13.146/2015).

Mais recentemente, um decreto regulamentando o artigo 58 da Lei de Inclusão trouxe mais novidades para os profissionais do setor. A regulamentação se aplica aos projetos e obras de edificações de uso privado multifamiliar (edifícios residenciais e condomínios de casas geminadas), protocolados para licenciamento a partir de 27 de janeiro de 2020. Unidades autônomas com um dormitório e área útil de até 35 m², e unidades autônomas com dois dormitórios e área útil de até 41 m² não precisam atender às exigências do decreto.

Vale lembrar que o não cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão pelos empreendimentos imobiliários pode caracterizar um vício construtivo (falhas construtivas que causam prejuízo material ao consumidor) passível de reclamação pelos usuários.

 

Novas exigências

Pelo novo decreto, os edifícios residenciais deverão ser projetados e construídos com 100% de unidades autônomas adaptáveis. “Nos empreendimentos com sistemas construtivos que não permitam alterações posteriores, como a alvenaria estrutural, é possível optar por construir no mínimo 3% de unidades internamente acessíveis”, explica o engenheiro Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP.

Para que as unidades sejam consideradas acessíveis, há uma série de diretrizes a serem cumpridas. Entre elas, destacam-se portas com largura livre mínima de 80 cm e maçanetas do tipo alavanca, corredores com ao menos 90 cm de largura, comandos e interruptores em alturas adequadas e desníveis de piso devidamente tratados.

Outras exigências a serem cumpridas pelos projetos residenciais são previsão de área de manobra para cadeira de rodas com amplitude de giro de 180º nos ambientes, incluindo cozinhas e áreas de serviço, além de box de chuveiro que permita a instalação de barras de apoio com 0,90 m de comprimento em pelo menos um dos banheiros.

É preciso, ainda, garantir que janelas e guarda-corpos permitam um alcance visual adequado para uma pessoa sentada. “Atender a todas essas exigências exigirá uma mudança na forma de projetar e construir”, analisa Carlos Borges. Ele ressalta que sistemas construtivos que facilitem adaptações. 

Da mesma forma, os projetos (de arquitetura, estrutura, instalações etc.) deverão ser mais flexíveis”, diz Borges. O projeto de fachada, por exemplo, deverá considerar futuros deslocamentos de paredes internas para viabilizar a adaptação de um determinado ambiente. Já o projeto de estruturas terá que permitir que, na conversão da unidade adaptável, não haja interferências nos casos de ampliação de vão de porta ou de ambientes.  Para tal, faz-se necessário que os projetos estejam melhor integrados.

O BIM é um tipo de metodologia que facilita a interação entre projetos. Saiba mais e comece a utilizar em sua obra:

https://www.mapadaobra.com.br/inovacao/bim-object/

 

 

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Projeto é referência no Brasil para as estruturas pré-moldadas

O desenvolvimento da construção civil sempre passa pela forte atuação de acadêmicos estudiosos em temas que desejam melhorar a qualidade dos materiais e a produtividade das obras, por exemplo. O Núcleo de Estudos e Tecnologia em Pré-Moldados de Concreto (NETPre) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), é um exemplo disso. Criado em 2004, a partir do Programa FAPESP Jovem Pesquisador em Centros Emergentes com a premissa de promover a educação e uma maior integração das equipes por meio de pesquisas científicas e tecnológicas com os problemas reais do setor de pré-fabricados de concreto no Brasil, trazendo benefícios mútuos tanto para a universidade quanto para as empresas da construção civil.

A partir de um Convênio de Colaboração Tecnológica com a Associação Brasileira de Construção Industrializada de Concreto (ABCIC) em outubro de 2004, foi construído e inaugurado, já em 2005, um laboratório na UFSCar dedicado às Estruturas Pré-Moldadas. Este foi o primeiro laboratório do gênero no Brasil e, em 2016, foi criada a nova sede administrativa do projeto chamado NETPre, localizada em uma casa anexa ao laboratório. De acordo com a doutora Bruna Catoia, responsável técnico-estrutural do NETPre, desde sua criação, o projeto tem a missão de atuar no desenvolvimento de pesquisa científica e de tecnologia, na transferência tecnológica e na disseminação de conhecimento no campo dos sistemas construtivos pré-fabricados de concreto adaptados às condições nacionais, buscando a atualização e melhoria da normalização nacional, contribuindo para o avanço do conhecimento e para a disseminação do “concreto pré-moldado no Brasil, gerando impactos importantes tanto no estado de São Paulo quanto em outros estados e, assim, consolidando-se como um dos principais centros de referência sobre o concreto pré-moldado no Brasil”, aponta.

O que foi feito em 15 anos de projeto

Segundo o professor doutor Marcelo de Araújo Ferreira, coordenador do NETPre, ao longo dos 15 anos de sua existência, muitas pesquisas foram desenvolvidas, tanto de iniciação científica como de mestrado e doutorado, além de atividade de extensão em assessoria técnica e diversos trabalhos técnicos, o NETPre se tornou referência no Brasil para as estruturas pré-moldadas, com pesquisas pioneiras no estudo de estabilidade global de estruturas com ligações semirrígidas, no estudo de ligações viga-pilar e no estudo de lajes alveolares protendidas, sendo que parte dos resultados destas pesquisas já foi incorporada em normas da ABNT. “Desde então, o grupo foi responsável pela expansão das pesquisas relacionadas às ligações pré-moldadas e às lajes alveolares no Brasil”, aponta. Os pesquisadores do NETPre possuem várias publicações em congressos nacionais e internacionais, bem como em periódicos, relatórios de pesquisa e relatórios técnicos. “A qualidade da pesquisa tem sido reconhecida através de prêmios no Brasil e na Inglaterra”, complementa.

Ainda, de acordo com o professor, o NETPre seguirá contribuindo nas revisões e melhorias das normas da ABNT, de forma a transferir o conhecimento obtido com o desenvolvimento das pesquisas em estruturas pré-moldadas. “Em termos de pesquisa acadêmica, pretende-se dar enfoque ao estudo de sistemas pré-fabricados com aplicação em edificações residenciais, evidenciando as áreas onde o pré-moldado poderá avançar”, destaca.

 

 Quer saber mais sobre pré-fabricados? Não deixe de conferir o Papo Construtivo exclusivo sobre o tema:

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MCMV: quais as expectativas dos economistas para o programa habitacional

Que o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é um dos programas de habitação social mais importantes do setor da construção civil, é fato. Completando 10 anos, ele foi um dos principais responsáveis por impulsionar e movimentar a construção civil, amenizando o déficit habitacional brasileiro. O MCMV tem proporcionado a aquisição de unidades imobiliárias com custos mais baixos para possibilitar o acesso da população de baixa renda.

No entanto, a continuidade do programa está ameaçada. Em 2019, o Governo Federal atrasou os repasses de verbas, preocupando as construtoras e incorporadoras cujo foco é construir empreendimentos neste modelo. O impacto destes atrasos é bastante relevante, tendo em vista a proporção do programa, que é dividido em 4 faixas: faixa 1; faixa 1,5; faixa 2; e faixa 3 – que compreendem públicos diferentes.

 

Em entrevista recente para o Mapa da Obra, o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França, destacou a importância do programa. “O MCMV foi um exitoso programa que amenizou bastante o déficit. O programa propiciou a construção de 5,5 milhões de moradias e atendeu 24 milhões de brasileiros. Entretanto, devido às condições socioeconômicas do país, os programas de habitação deveriam ser atualizados”, ressalta. Geralmente, essas unidades habitacionais são casas de menores dimensões e com localização menos valorizada. Existem alguns critérios para construtoras entrarem no programa, pré-definidos pela Caixa Econômica Federal, que é a subsidiária direta do MCMV. Entre eles, podemos citar a eficiência energética e tudo aquilo que possa refletir na redução de custos com a manutenção do imóvel.

 

O que é e como funciona o MCMV?

 

Criado em 2009 com a intenção de atender o déficit habitacional que girava em torno de 8 milhões de moradias, de acordo com dados de 2008 divulgado pelo Ministério das Cidades, o programa tinha como objetivo promover condições de acesso à moradia e casa própria, em áreas urbanas e rurais. Para viabilização dos empreendimentos habitacionais, o Governo Federal disponibiliza financiamento com condições especiais em parceria com o Estado, Municípios e Entidades sem fins lucrativos, organizadas para fins de moradia. Atualmente, é o principal projeto de habitação popular do país, responsável por 77,2% dos lançamentos e 67,5% das vendas de imóveis do segmento imobiliário em 2018, de acordo com estudo apresentado recentemente pela Smartus.

 

 

Perspectivas e futuro do programa

 

O Minha Casa Minha Vida é um dos programas que mais impacta atualmente os resultados do setor da construção civil e a dúvida sobre a sua continuidade preocupa toda a cadeia da construção civil. A consciência com relação a importância de se ter programas de habitação social cresceu muito devido à promoção do programa. “Atualmente se tem problemas ao pensar na continuidade de uma política habitacional em função de que o Governo Federal não tem mais recursos”, alerta Ana Maria Castelo.

 

O que também preocupa o setor atualmente é o futuro do financiamento imobiliário. O volume de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que é a principal fonte de financiamento de crédito imobiliário, não tem crescido e a estimativa é que ainda ocorra uma retração nominal ainda esse ano – o que preocupa as incorporadoras e construtoras com relação às condições de compra da demanda. De acordo com dados divulgados no site oficial do Governo Federal, hoje existe pouco menos de 800 mil unidades em andamento e nos últimos três anos houve uma redução no ritmo de contratação de projetos relacionados ao MCMV.

 

Você sabe como foi o panorama das habitações sociais na última década. Confira neste e-book gratuito feito pelo Mapa da Obra e entenda mais sobre o Minha Casa, Minha Vida: http://conteudo.mapadaobra.com.br/OGtQRySVaP

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Alvenaria de vedação x drywall: entenda as diferenças

Por Jacqueline Gastão

 

A alvenaria de vedação é um tipo de sistema que funciona como fechamento de paredes sem função estrutural, ou seja, são blocos de fechamento que não são responsáveis por suportar a carga dos edifícios.

Esse método é utilizado em larga escala na maioria das construções brasileiras. No entanto, nos últimos anos tem perdido um pouco de espaço para as placas de drywall, que também são uma forma de fechamento, só que realizada por painéis de gesso acartonado, e de acordo com especialistas, otimiza a mão-de-obra e proporciona mais leveza ao projeto.

De acordo com Heloísa Cristina Fernandes Cordon, professora do curso de Engenharia Civil do Instituto Mauá de Tecnologia, como os dois sistemas têm o mesmo objetivo, as diferenças ficam por conta dos materiais de composição e do método de construção.

Confira alguns benefícios da alvenaria de vedação e do drywall, e em que situações cada uma apresenta melhor desempenho:

Alvenaria de vedação

A alvenaria é composta da sobreposição de blocos (cerâmicos ou de concreto), unidos por uma argamassa de assentamento e depois revestidos por algum revestimento que nivele a superfície (pode ser argamassa de revestimento ou pasta de gesso, normalmente).

Esse método permite que se tenham mais opções para elaborar projetos arquitetônicos, uma vez que possibilita grandes vãos devido a sua utilização com vigas e pilares para dar sustentação à estrutura.

Além desse ponto mencionado acima, a alvenaria de vedação apresenta as seguintes vantagens em relação ao drywall:

  • Resistência

Apesar do drywall atender todos os requisitos de desempenho técnico em relação a pesos e impactos, a alvenaria de vedação ainda apresenta maior resistência, especialmente em ambientes úmidos, como cozinhas e banheiros, e fachadas, aplicação que não se estende ao drywall.

  • Mão-de-obra simples

Como esse método é mais tradicional, existe ampla mão de obra qualificada para sua execução, o que nem sempre acontece com a instalação do drywall.

  • Permite a instalação de móveis e outros objetos

Para realizar a instalação de móveis, nichos e outros objetos na parede de drywall, é necessário o uso de buchas apropriadas ou outros itens específicos. Também é o caso de instalar reforços metálicos nas estruturas internas. Já na alvenaria de vedação, não é necessário nenhum cuidado especial.

Drywall

“O drywall, na verdade, é uma das marcas de um produto chamado gesso acartonado. Ele é composto por chapas produzidas por um “sanduíche” de papel draft e pasta de gesso, que são fixados em trilhos metálicos para sua sustentação. Por já serem lisas, as chapas precisam de pouco de acabamento”, explica Heloísa.

O sistema de placas de gesso acartonado pode ser utilizado na vedação interna e nas divisórias de ambientes das edificações, substituindo a alvenaria tradicional”, complementa a professora. Ainda, de acordo com ela, por não ser resistente à ação da água, não pode ser utilizado na fachada, embora hoje em dia esteja se desenvolvendo tecnologia para tal. Para ambientes úmidos, como banheiros e cozinhas, existem placas especiais.

Em relação à alvenaria de vedação, o gesso acartonado se destaca, principalmente, pelos seguintes fatores:

  • Agilidade na execução

Como as placas já chegam à obra para pronta instalação, quando essa é simples, o trabalho é muito menor do que a construção da base para alvenaria. Além disso, elas geram menos resíduos e possibilitam um espaço de trabalho mais limpo.

  • Ocupam menos espaço

Devido à espessura mais fina do drywall, as paredes feitas com ele ocupam menos área útil do imóvel e por esse motivo, ele é uma excelente escolha para apartamentos com metragem reduzida.

  • Flexibilidade do layout

Por ser de fácil instalação e remoção, as placas de drywall permitem modificações na estrutura do layout sem grandes reformas.

 

 

Você sabe as diferenças do concreto armado para a alvenaria estrutural? Confira:

https://www.mapadaobra.com.br/inovacao/alvenaria-estrutural-ou-concreto-armado/

 

 

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

4 dicas para aumentar a produtividade no trabalho

Aumentar a produtividade no trabalho, principalmente, no canteiro de obras, sempre foi um desafio da construção civil brasileira. Esse desafio se tornou mais evidente nos anos em que o mercado estava aquecido, mas agora, com a retomada do crescimento, para que ele seja sustentável, é preciso garantir que as equipes de obra sejam mais produtivas.  Em uma entrevista recente dada ao Mapa da Obra, Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE), alertou que para correr atrás do gap de produtividade, o setor deve apostar em soluções inovadoras, sejam elas voltadas para materiais ou para os processos produtivos, como gestão de equipes.

Confira quatro dicas de simples implementação que vão te auxiliar na melhora da produtividade do trabalho:

Industrialização no canteiro de obras com o uso de pré-fabricados

Caso você ainda não utilize elementos construtivos pré-fabricados nas suas obras, é hora de começar a considerar essa opção. Como eles são fabricados de maneira industrializada, já chegam prontos para a instalação.

Além de proporcionar maior agilidade na obra, eles dispensam muito espaço no canteiro, geram menos resíduos que os elementos moldados in loco e precisam de menos mão-de-obra. O resultado é mais sustentável, limpo e ágil.

Utilização de sistemas de gerenciamento on-line

A utilização de softwares para gerenciamento de obras on-line se tornou uma necessidade no setor. Esses aplicativos permitem que todos os funcionários que possuem acesso a plataforma, acompanhem as etapas das obras em tempo real, além de possibilitar o gerenciamento a distância.

O engenheiro Gabriel Ribeiro Borges, consultor do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), comentou em recente entrevista ao Mapa da Obra o uso do sistema OROweb (Qualidade Real da Obra) para auxiliar na gestão.  O aplicativo é utilizado em tablets e smartphones e permite que as informações da obra sejam transferidas para a plataforma on-line, na qual são gerados indicadores de qualidade das estruturas, alvenarias, contrapisos e revestimentos cerâmicos.

Outra tecnologia que tem sido disseminada no setor é o Building Information Modelling (BIM) ou Modelagem da Informação da Construção. O BIM nada mais é uma forma de criar digitalmente um modelo virtual da construção, sendo este um suporte ao projeto durante as diversas etapas da obra.

Uso de drones para topografia

Os drones são aparelhos pequenos controlados à distância e que, aos poucos, estão ganhando espaços na construção civil quando o assunto é mapeamento de terreno.

Eles podem auxiliar no conjunto de imagens do lote, uma vez que o serviço de mapeamento topográfico terreno, como o Sistema RTK, possui algumas limitações por estar no solo. Além disso os equipamentos são simples de manusear e proporcionam agilidade nessa etapa do processo.

Uso do aplicativo Engemix

O Aplicativo Engemix auxilia o engenheiro na etapa mais crítica do projeto: a concretagem. Ele é responsável por mapear todos os caminhões-betoneiras da frota e indicar exatamente o seu posicionamento – se ele está sendo descarregando, se está parado etc. Tudo isso é transmitido na tela do celular do engenheiro responsável. Cerca de três anos após o lançamento da novidade, a taxa de satisfação dos clientes beira os 70%.

 

 

Conheça os aplicativos que podem ajudar no dia a dia de profissionais da construção civil:

https://www.mapadaobra.com.br/inovacao/aplicativos-para-engenheiros/

 

 

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domingo, 2 de fevereiro de 2020

Como escolher o melhor fornecedor de material de construção

Por Nathalia Lopes

 

Para os lojistas de materiais de construção contar com um bom fornecedor de material de construção é fundamental para o bom andamento das vendas e, consequentemente, para fidelizar os seus clientes.

Segundo Lucas Harb, gerente de desenvolvimento técnico de mercado da Votorantim Cimentos, em uma recente entrevista dada ao Mapa da Obra, na hora da escolha, deve-se levar em consideração a qualidade e garantia do produto, a solidez da empresa e, por fim, mas não menos importante, a transparência e ética desta.

Enquanto a escolha correta de um bom fornecedor é um dos fatores primordiais para fidelizar o cliente, a má-escolha, por sua vez, pode fazer com que clientes novos e antigos deixem de considerar a sua loja de material de construção como primeira opção.

“Sempre procuro me colocar no lugar do cliente, e nessa situação, imagine chegar em uma loja e não poder comprar o produto desejado pois acabou? Muitas vezes, a falta de um único produto pode ocasionar a não compra de outros’, comenta Lucas.

Para que você possa escolher o melhor fornecedor de material de construção para o seu negócio, selecionamos algumas dicas práticas. Confira.

 

Entenda o que o fornecedor deseja te vender

Segundo Ricardo Adachi, empresário, diretor do Sincomavi e da rede de Lojas Conibase, a primeira coisa a se pensar é entender o mix de produtos que o fornecedor deseja te vender. “Se for um fornecedor com pouco mix e que ainda fornece produtos somente da curva C (itens que tem menor valor dentro do estoque e representam 5% das vendas) não vale muito a pena, pois você acaba acumulando esses pequenos fornecedores e, consequentemente, gasta muito tempo para gerir esse grupo”.

Dentro dessa questão também é importante atentar-se ao pedido mínimo. “Em muitos casos, os fornecedores solicitam um pedido mínimo, por exemplo, R$ 1.000,00 em determinados produtos”, explica Ricardo. Dependendo do caso e das suas vendas desses produtos, a imposição desse pedido mínimo pode acarretar um estoque acumulado. de até quatro meses.

 

Reposição rápida de estoque

Por falar em estoque, a reposição correta dele é fundamental para a saúde do seu negócio. Um bom fornecedor neste quesito é aquele que cumpre com a pontualidade prometida e não deixa seu estoque com buracos, pois como alertou Lucas, a falta de um só produto pode levar a desistência de comprar outros.

Pesquise sobre a frota e a capacidade de distribuição deste fornecedor. “Não se esqueça de verificar se ele possui problemas de logística, porque se isso acontecer, as entregas não serão realizadas corretamente dentro do prazo acordado”, alerta Ricardo. Também é importante verificar se eles não atrasam o envio dos itens de merchandising, como gôndolas, que algumas vezes acompanham os produtos. Para determinados itens esse apelo visual é muito relevante e caso não exista, os produtos encalham.

Para além do fornecedor, Harb frisa alguns pontos da organização do estoque que podem gerar pedidos mais assertivos para o fornecedor e maior economia no final do mês. “Cadastre todos os produtos, desenvolva processos internos para que a gestão deles ocorra de forma automática, defina datas das compras com base no giro de cada produto e realize auditorias frequentes no estoque”, aconselha o representante da Votorantim Cimentos.

 

Preocupe-se política de devolução deste fornecedor

Pode-se considerar até razoável que vez ou outra, algum produto apareça com um pequeno defeito ou, em casos mais isolados, que ele já apresente má-funcionamento no começo do uso, e por isso a política de devolução dos produtos é uma questão que deve ficar clara desde o começo da negociação.

“Essa questão deve abranger desde a devolução caso o lojista não consiga vender os produtos, até se o cliente desejar devolver, enviar o item comprado para a assistência técnica ou precisar de uma visita técnica na sua residência, uma vez que o produto já foi instalado”, comenta Ricardo.

Treinamento para a equipe de vendedores

Essa questão ainda é considerada um ponto fora da curva na hora dos fornecedores oferecerem alguns benefícios. Por isso, caso o fornecedor que você estiver cotando ofereça treinamento e capacitação para a sua equipe de vendas, o considere precioso – isso significa que ele se preocupa com a reputação dos seus produtos.

Segundo Harb, esse ponto é disseminado na Votorantim Cimentos. “Apoiar o desenvolvimento do lojista é uma premissa para a Votorantim Cimentos, e costumamos fazer isso por meio do compartilhamento de boas práticas, presença frequente na loja e plataformas de treinamentos e capacitações”.

 

Como a escolha de um fornecedor de cimento pode afetar os lucros da sua loja de construção?

https://www.mapadaobra.com.br/negocios/escolher-fornecedor-cimento/?doing_wp_cron=1574733381.1416161060333251953125

 

 

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