terça-feira, 19 de maio de 2020

Covid-19: cenário da construção durante e após a pandemia

Mesmo antes da pandemia o setor da construção já começava a articular-se na busca por novos sistemas construtivos que fossem capazes de proporcionar mais produtividade e qualidade. A pressão pela redução dos ciclos dos empreendimentos, assertividade no cronograma de obra e redução dos custos das obras tem se intensificado na construção civil nos últimos anos. No cenário pós-pandemia é possível que fatores como regulamentação, supply chain e logística, a dinâmica e força de trabalho, restrições no canteiro de obra e assertividade no cronograma sejam ainda mais importantes.

De acordo com o engenheiro Luiz Henrique Ferreira, sócio-fundador da Inovatech Engenharia, muitas empresas estão revendo seus planos de expansão e políticas de home office, e isso pode gerar uma redução da demanda por espaços corporativos, ao mesmo tempo em que poderá impactar na formatação de produtos para mercado imobiliário residencial, uma vez que agora ficou claro que fazer home office com três pessoas morando num apartamento pequeno ou “compacto” não é a coisa mais simples do mundo. “As pessoas precisam de privacidade e o compartilhamento nem sempre é a melhor saída”, destaca.

Para ele, novos modelos construtivos e certificações terão maior destaque nesse cenário pós-pandemia como, por exemplo, a certificação WELL, certamente, terá um aumento de demanda, e por outro lado, algumas empresas passarão a repensar a gestão de seus ativos imobiliários, uma vez que provou-se que o home office funciona muito bem para muitas empresas de diversos segmentos. “Acredito que a pandemia irá transformar a humanidade, e temas como salubridade das construções tomarão um espaço maior”, destaca.

Normas e certificações: o desempenho se tornará mais importante após a pandemia?

Nos últimos anos, o desempenho das construções de edifícios foram bastante discutidos. Prova disso foi a aprovação da Norma de Desempenho, a ABNT 15.575:2013, que passou a determinar a vida útil dos empreendimentos residenciais e a qualidade deles, em termos estruturais e até mesmo de acabamento, para garantir uma durabilidade mínima de 50 anos. Essa aprovação foi um marco para o mercado construtivo e, atualmente, a norma já passa por revisões que devem considerar a nova realidade do mercado imobiliário.

Além disso, em fevereiro deste ano, outra Norma Regulamentadora de extrema importância para o setor da construção foi revisada, a NR-18, que trata das ações em segurança do trabalho. Tais mudanças têm mudanças que devem ser adaptadas em prazos de 6 a 24 meses, e ajudam a pensar na preservação da saúde e da segurança do trabalhador.

O destaque dessas duas normas que estão diretamente ligadas ao bem-estar e segurança das pessoas, seja no âmbito do cliente final ou do profissional da obra, mostra o novo olhar da construção civil para as discussões do mercado.

A certificação WELL Building Certification, por exemplo, está ganhando mais visibilidade e pode ser considerada a primeira certificação do mundo focada na saúde e bem-estar das pessoas. Esse certificado, lançado em 2014, estabelece requisitos de desempenho em sete categorias: ar, água, alimentação, iluminação, fitness, conforto e mente. A expectativa é que após esse cenário de pandemia, que deve transformar a rotina das pessoas e o pensamento sobre os espaços, cada vez mais essas certificações tenham mais visibilidade.

Confira também 4 tecnologias para melhorar o dia a dia do construtor civil:

https://www.mapadaobra.com.br/inovacao/s-construtor/

 

 

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domingo, 17 de maio de 2020

NR-18 atualizada: confira as alterações após a revisão

No início de fevereiro deste ano foi assinada a atualização da NR-18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. A NR-18 atualizada estava sendo discutida pelas entidades desde maio de 2019 e trouxe mudanças significativas, principalmente, para a forma de gerir a segurança dos trabalhadores no canteiro de obras.

De acordo com Haruo Ishikawa, presidente do Seconci-SP e um dos responsáveis pela atualização desta norma, ela veio para desburocratizar, simplificar e harmonizar o ambiente da construção civil e o canteiro de obras. “É preciso seguir uma NR-18 com responsabilidade. A NR-18 foi alterada para melhorar a segurança do trabalhador. O empresário quer investir em segurança para melhorar a produtividade e esse é o nosso papel”, afirma o presidente.

Entre as principais mudanças está a maior autonomia para a gestão de segurança do trabalho no canteiro de obras. Isso porque, a NR-18 antes de passar por essa revisão, dava orientações sobre o que deveria ser feito e como deveria ser feito. Já a nova versão, traz apenas o que deve ser feito, dando autonomia para que o responsável principal pela obra execute da melhor forma aquela determinação.

“Essa questão mudou na norma, que antes orientava muito o que fazer e como fazer. Nós focamos essa norma no que fazer, como fazer é responsabilidade dos empresários. Hoje a responsabilidade dentro do canteiro de obras vai ser da empresa principal porque criou-se dentro da nova NR-18, que é a inserção do Programa de Gerenciamento de Risco (PGR). Toda empresa tem esse programa”, explica Ishikawa, que também é proprietário de uma construtora que leva seu sobrenome.

 

NR-18 atualizada: novos prazos de implementação

A Portaria publicada em 10 de fevereiro de 2020 estabelece também novos prazos para implementação das regras. Segue alguns deles:

 

Item Prazo Descrição
18.7.2.16 6 meses escavação manual de tubulão
18.7.2.23 24 meses fundação por meio de tubulão de ar comprimido
18.8.6.7, “b” 24 meses escadas com degrau antiderrapante
18.10.1.13 36 meses (novos) 60 meses (usados) climatização de máquinas autopropelidas
18.10.1.25, “b” 24 meses (novos) 48 meses (usados) climatização de equipamentos de guindar
18.10.1.45, “f” 24 meses tensão de 24V em guincho coluna
18.11.18, “b” 12 meses horímetro do elevador
18.12.35, “h” 12 meses horímetro da PEMT
18.17.2 24 meses uso de contêiner de transporte de cargas em área de vivência

 

 

“Cada canteiro de obras tem vários riscos que podem acontecer e tem que ter alguém responsável. Nesse caso da construção civil, algumas determinações deram muita liberdade para o responsável técnico. Hoje não é obrigatório colocar a bandeja de proteção, por exemplo, se o engenheiro responsável achar que tem outra alternativa para proteger o trabalhador, ele pode alterar, desde que ele assine a sua responsabilidade”, explica o representante do Seconci-SP.

Um outro exemplo está relacionado à questão dos tubulões. Será proibida a execução de tubulões feitos de forma manual, com mais de 15 metros de profundidade. Com menor profundidade, o tubulão escavado manualmente deve ser encamisado em toda a sua extensão; ser executado após sondagem ou estudo geotécnico local, para profundidade superior a 3 metros; e possuir diâmetro mínimo de 0,9 m (noventa centímetros).

Quer saber mais sobre a NR-18 e o PCMAT? Confira neste e-book gratuito a relação entre os dois assuntos: http://conteudo.mapadaobra.com.br/Kz0rICqypA

 

 

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quinta-feira, 14 de maio de 2020

Varejo de materiais de construção: como a Covid-19 afeta o setor

A Covid-19 está transformando de várias formas o cuidado com a saúde e também a gestão dos negócios. A pandemia que atingiu o Brasil, tornou o isolamento social uma necessidade primordial para evitar o colapso do atendimento da saúde. Os varejistas de materiais de construção, mesmo com a autorização para abrir as portas, estão sentindo o impacto da quarentena e da baixa confiança do consumidor neste momento.

Para diminuir o prejuízo da queda das vendas, o varejo de materiais de construção está buscando soluções, como o e-commerce e o atendimento por meio das redes sociais. No entanto, tal prática ainda não era uma realidade para a maioria das lojas de materiais, pequenas e conhecidas como “lojas de bairro”, cujo contato presencial com o público e o atendimento próximo sempre foi uma das fortalezas. “O varejo depende muito da frequência das pessoas nas lojas. Não se compra muito material de construção por e-commerce, também não se compra muito pela internet, até porque as reformas estão paradas e quem não começou, postergou. As vendas pararam porque as pessoas começaram a ter problemas para receber profissionais nas residências e os condomínios começaram a proibir prestadores de serviços”, explica Waldir Abreu, superintendente da ANAMACO.

 

Como vender materiais em tempos de pandemia?

O varejo de materiais de construção, que apresentou um bom resultado em 2019 sendo um dos setores que mais impulsionou o crescimento da construção civil, depende muito da expectativa das pessoas. Em uma situação de pandemia e perda de empregos, é comum que o investimento em novas obras e reformas seja adiado, tendo em vista que necessita de compra de materiais e contratação de profissionais.
No entanto, ainda há mercado, principalmente, para as reformas básicas e pequenos reparos, e para se destacar, as lojas precisam estar preparadas e garantir o melhor atendimento e conforto para os seus clientes. Confira algumas dicas para atender seus clientes neste período:

  1. Garanta um ambiente seguro para seus funcionários e para seus clientes: caso abra as portas, não se esqueça do ponto mais importante que é cuidar da saúde de todos ao redor. O álcool em gel deve ser disponível para todos e estar em locais acessíveis. Além disso, o uso de máscaras é muito relevante e aconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS);
  2. Se mostre parceiro do seu cliente: a preservação dos relacionamentos e ajuda mútua devem estar presentes neste momento. Busque auxiliar seus clientes em suas necessidades relacionadas às obras. Faça contato em meios online, como o WhatsApp, para saber como eles estão e dar dicas de prevenção. 
  3. Analise seu estoque e faça promoções: existem materiais que você pode colocar em promoção? Seu estoque está parado? Pense em alternativas para realizar promoções e movimentar seu fluxo de caixa, mesmo que a margem de lucro seja mais baixa do que a esperada. “O empresário é muito criativo, ele está fazendo delivery, venda por telefone, contato com sua base de cliente, analisando obras ao redor dele, tudo para se manter o mais ativo possível. É importante lembrar que pessoas que ficam em casa queimam lâmpadas, aparelhos domésticos, canos que estouram”, comenta o representante da Anamaco. 

A linha do tempo da pandemia no varejo de materiais:

Dia 16 de março: havia a indefinição de se as lojas de materiais de construção fechariam ou não, por conta da declaração da quarentena em quase todo o país. Na mesma semana, as lojas tiveram que fechar as portas por não serem consideradas serviços essenciais.

Dia 20 de março: entidades como a ANAMACO e o Sincomavi-SP se movimentaram para mudar esse cenário e enviaram uma carta ao Governo, solicitando que as lojas de materiais de construção fossem consideradas serviços essenciais.

Na mesma semana: “Nós conseguimos argumentar com o Governo que as lojas poderiam ser abertas ou se manter operacionalmente funcionando, que nós daríamos apoio as atividades de construção em hospitais, além de que nosso varejo tem uma vasta gama de materiais de limpeza. Naquela semana, nós conseguimos encaixar as lojas como atividades essenciais, tanto com o Governo Estadual quanto Federal. E as obras de infraestrutura e outras obras que não podiam ser paradas por problemas de contrato”, conta Waldir, da ANAMACO.

 

Perspectivas das entidades

De acordo com o superintendente da ANAMACO, no mês de março esse isolamento social impactou em 40% as vendas. “Em abril, a coisa é mais complicada. Embora as lojas estejam se mantendo operacionais, o volume de vendas é só de manutenção e pequenos reparos. Então, muitas lojas estão fechando para economizar os custos operacionais. A queda de vendas deve ser maior do que 50%”, acredita Abreu. 

“A expectativa otimista é que dentro de seis meses a situação comece a se regularizar. Muitas empresas nesse espaço de tempo serão obrigadas a fechar as portas definitivamente por dívidas, falta de capital de giro e de crédito. O governo estadual ainda não sinalizou com nenhum auxílio às empresas paulistas e o federal não conseguirá atender toda a demanda”, acredita o Reinaldo Pedro Correa, presidente do Sincomavi.

É preciso lembrar que o empresário, neste momento, precisa efetivamente ser mais proativo na busca por oportunidade de negócios. “Há sempre cadastros mal realizados no varejo, e nesse momento é hora de lembrar que, muitas vezes, ele não tem as informações de cliente. É importante ele olhar pra base da loja e arrumar isso, arrumar o sistema de gestão, disponibilidade de produtos, verificar estoque e itens que estão parados, fazer trocas entre varejistas e ajustar a sua capacidade de atendimento sem correr risco de aumentar custos dentro da loja”, orienta. 

Em 2019, de acordo com dados da entidade, o crescimento do varejo de materiais de construção foi de 4% sobre os resultados de 2018. No início de 2020, a previsão era de 8% de crescimento comparado a 2019. “É cedo para dizer ainda quais serão os resultados. Como sempre, o segundo semestre é melhor para o setor da construção, ainda existe a perspectiva para a melhora do varejo em julho, agosto, setembro e outubro. A gente espera fechar o ano em 1% ou 0%. Queremos acreditar que não será um resultado menor do que 2019”, finaliza Abreu.

 

Confira neste infográfico alguns passos para enfrentar essa pandemia na sua loja de materiais de construção: [Como manter a sua loja em funcionamento durante a quarentena]

 

 

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Como Ganhar Dinheiro Com Infoprodutos

Como ganhar dinheiro com infoprodutos Atualmente vivemos um boom. Todos querem saber como ganhar dinheiro com infoprodutos, embalados por histórias de sucesso divulgadas através dos mais variados canais online. Virou uma verdadeira mania, mas será que isso realmente dá dinheiro. A resposta é sim. A venda de  infoprodutos é um dos mais antigos modelos de […]

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Negócios com pouco investimento inicial

Ideias de negócios com pouco investimento A busca por ideias de negócios com pouco investimento tem sido a solução que muita gente vem encontrando para fazer sua independência financeira. Muitos, cansados de serem empregados de alguém e querendo montar seu negócio próprio resolvem dar vazão ao seu lado empreendedor. O problema é que nem sempre […]

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

Norma Comentada: NBR 16475 – Painéis de parede de concreto pré-moldado – Requisitos e procedimentos

A ABNT NBR 16475 – Painéis de parede de concreto pré-moldado – Requisitos e procedimentos ganha cada vez mais importância no universo da construção civil. Isso porque, para aumentar a produtividade nas obras, o processo de industrialização deve ser cada vez mais analisado e contemplado.

De acordo com Augusto Guimarães Pedreira de Freitas, coordenador da norma ABNT NBR 16475 e conselheiro da Abece, o principal objetivo da busca por uma norma específica é difundir o uso do sistema construtivo de painéis, de forma segura e com condições que permitam aos profissionais da área desenvolver projetos e produzir painéis. “Além disso, por mais que esse sistema esteja sendo utilizado no Brasil há décadas, alguns construtores e/ou agentes financiadores de obras não se sentem seguros e respaldados em adotar um sistema sem norma nacional”, destaca Freitas. 

Outra característica fundamental dessa norma é a sua abrangência. Ou seja, ela aborda os sistemas habitacionais, em especial no programa Minha Casa Minha Vida, onde os painéis são largamente empregados, e todos os tipos de usos dos painéis que são muito utilizados em outros segmentos e em maiores dimensões como shopping centers, centros de distribuição e logística, entre outros.

 

Parede de concreto pré-moldado: características da NBR 16475

A presente norma limita-se a painéis com espessura inferior ou igual a 25 cm e dimensão horizontal menor ou igual a 12m. Estão incluídos: painel de parede maciça (estrutural ou não-estrutural); painel de parede alveolar como elemento de vedação; painel de parede nervurado (estrutural e não-estrutural); painel de parede sanduíche (sem ligação rígida, ou seja, o conjunto de peças é considerado sem função estrutural ou como seção composta), painel de parede dupla e painel de parede reticulado misto (não estrutural). 

É importante destacar que a norma apresenta as características geométricas necessárias e as condições de fabricação e montagem. “Do ponto de vista do projeto, existe uma formulação para o dimensionamento das peças, além de todas as considerações de esforços que impactam nesse dimensionamento. Ainda trata das ligações entre elementos e de um ponto muito importante, a questão de Integridade Estrutural da Estrutura final”, explica o autor da norma.

Com relação à produção, um aspecto de destaque e que, muitas vezes, é deixado um pouco de lado, trata-se da movimentação e do estoque das peças. “Estas peças podem sofrer danos sérios se não atendidos os requisitos normativos, vindo a comprometer o desempenho da estrutura final. Assim, é fundamental o cuidado relativo a estas etapas”, explica Freitas.

O principal desafio é adaptar as questões de fabricação, específica de cada sistema variante, às necessidades e especificações da norma. Os elementos de ligação devem atender a diversos requisitos exigindo, algumas vezes, a comprovação experimental do tipo de ligação adotada. “Como todo sistema pré-moldado, existe a complexidade de se verificar situações e esforços transitórios de montagem e de ligações parciais, além da situação final da estrutura em uso”, ressalta o autor da norma.

 

Normas complementares

De acordo com Freitas, a NBR 16475 está alinhada com a Norma de Desempenho, NBR 15575 – Edificação Habitacionais – Desempenho, e vem, inclusive, para colaborar, de uma maneira mais fácil em seu atendimento, que tem exigido que os diversos produtos da construção civil tenham normas prescritivas específicas. Outra norma importante e referencial é a ABNT NBR 9062: Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Pré-moldado.

“Além disso, corroborando com a questão logística, recentemente, a Abcic lançou o Manual de Montagem das Estruturas Pré-Moldadas de Concreto, no qual estão todos os cuidados com planejamento, logística, integridade e segurança durante a montagem, considerando desde as interfaces com o projeto até as situações transitórias e estabilidade”, destaca o autor da norma e conselheiro da Abece.

Do ponto de vista de uso, de acordo com Freitas, ainda não é necessário realizar nenhuma modificação na norma atual. “O que existe é uma nova formulação para o dimensionamento das peças, produzida pelo nosso saudoso professor Mário Franco que, certamente, entrará quando da revisão da norma, prevista para 2022”, complementa.

 

Autor: Augusto Guimarães Pedreira de Freitas, coordenador da norma ABNT NBR 16475 e conselheiro da Abece.

Reunimos 5 normas comentadas relacionadas ao concreto em um e-book com mais de 60 páginas. Quer obter esse material exclusivo gratuitamente? Baixe aqui:
 http://conteudo.mapadaobra.com.br/Dx5ol0zFs8

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terça-feira, 12 de maio de 2020

10 vantagens da Votomassa Piso sobre Piso

A Votomassa Piso sobre Piso e Porcelanatos, da Votorantim Cimentos, é produzida com o melhor cimento do mercado e também facilita o dia a dia do lojista de materiais de construção, que precisa informar seu cliente sobre qual a melhor opção para cada tipo de obra que ele irá executar. Entre as principais vantagens da Votomassa Piso sobre Piso, o produto simplifica a organização de estoques, quanto à checagem de sua validade e logística de recebimento na loja.

 

Confira abaixo 10 vantagens principais do produto:

 

  1. Versatilidade de aplicação.
  2. Mais praticidade.
  3. Melhor custo-benefício.
  4. Giro rápido e garantido.
  5. Facilidade no manuseio.
  6. Produto de alta qualidade.
  7. Atende requisitos das normas ABNT.
  8. Maior durabilidade e resistência.
  9. Único 10 em um do mercado.
  10. Pode ser usada em áreas externas e internas.

 

Diferenciais da Votomassa Piso Sobre Piso e Porcelanatos

 

Com tantas formas de uso e vantagens, a Votomassa PSP da Votorantim Cimentos só pode ser um ótimo investimento: o giro rápido é garantido, porque sempre poderá ser oferecido. E o que se vende fácil ao consumidor final, pode ser comprado do fornecedor em maior volume, a um preço muito mais interessante. A Votomassa Piso Sobre Piso e Porcelanatos pode ser utilizada para assentamento de cerâmicas e porcelanatos diretamente nos seguintes substratos:

  • Contrapiso;
  • Argamassa de revestimento;
  • Gesso acartonado, indicado somente para aplicação em interiores e sistema construtivo de acordo com NBR 15.758;
  • Marmorite, indicado somente para aplicação em interiores;
  • Revestimento cerâmicos antigos (áreas internas e externas);
  • Piso de concreto
  • Parede de concreto confeccionada de acordo com NBR 16055, limitados a altura máxima de 5m. Em áreas externas deve-se seguir a NBR 13755, com dimensão de peça cerâmica de 20×20 cm e juntas horizontais de movimentação espaçadas no máximo a cada 3m ou a cada pé direito.

 

A argamassa PSP é ideal tanto para áreas internas quanto externas

 

A argamassa PSP (Piso sobre Piso) e Porcelanatos é indicada, principalmente, para assentamento de porcelanatos, revestimentos cerâmicos, pedras decorativas (Miracena, Goiás, Mineira, São Tomé e Canjiquinha) e sobreposição de cerâmicas e também para assentamento de porcelanato sobre cerâmicas em pisos e paredes ou áreas internas e externas. Há também outras argamassas da linha Votomassa, específicas para tipos de substratos diferentes. Confira abaixo as especificações de cada uma:

Porcelanato Interno – Ideal para o assentamento correto de revestimentos cerâmicos, porcelanatos em áreas internas, tais como pisos e paredes, além disso, também pode ser utilizada em gesso acartonado interno.

Bloco de Vidro – Muito indicada para execução de assentamentos e rejuntamentos de blocos de vidro, tanto em áreas internas, como em áreas externas e também fachadas.

Pastilhas – Esse tipo é indicada para o assentamento e rejuntamento de forma simultânea de porcelanas ou pastilhas de vidro.

Grandes Formatos – Indicada para assentamento de revestimentos cerâmicos, porcelanatos, granitos, mármores, ardósias e outros tipos de pedras naturais de grandes formatos em pisos, tanto para áreas internas como externas.

 

Para mais informações sobre a Votomassa Piso Sobre Piso clique aqui e saiba tudo sobre o produto.

 

 

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